Mapa de férias grátis para Excel e Google Sheets

Se o seu mapa de férias acabou de se desmanchar, ou se só precisa de um para começar, este modelo gratuito põe-no a funcionar em poucos minutos. Vem com a configuração explicada passo a passo, todas as fórmulas necessárias e os 13 feriados obrigatórios já carregados. Descarregue o ficheiro e monte tudo por si, ou siga simplesmente o guia aqui. E se preferir reformar a folha de cálculo de vez: também existe um sistema de gestão de férias online que faz exatamente isso.

Descarregar o modelo

Aqui está o ficheiro, que serve para os dois mundos: Excel e Google Sheets. Não pedimos e-mail nenhum, e o guia completo de configuração está já a seguir.

⬇ Descarregar para Excel (.xlsx) → Usar no Google Sheets

A maior parte dos mapas de férias gratuitos ou é demasiado básica para uma equipa a crescer, ou é tão complicada que ninguém lhe quer tocar. Este tem fórmulas fiáveis que não se partem e faz exatamente as coisas em que a sua folha anterior provavelmente falhou.

O que vem no ficheiro

Sete folhas, por esta ordem:

mapa-de-ferias.xlsx
Leia-meComo o ficheiro funciona e por que ordem o preencher.
1. ConfiguraçãoNome da empresa, ano de férias, feriados, direito por defeito.
2. ColaboradoresUma linha por pessoa. O direito proporcional calcula-se sozinho.
3. Registo de AusênciasUma linha por registo. Os dias contam-se sozinhos.
4. ResumoA síntese por pessoa, com barra de utilização.
5. Calendário AnualO ano inteiro numa grelha: as linhas são pessoas, as colunas são semanas.
FeriadosOs 13 feriados obrigatórios de 2026 e 2027, mais espaço para o Carnaval e o feriado municipal.

As fórmulas vêm todas prontas: mude uma data na folha Configuração e os direitos, os dias gozados e o calendário recalculam-se. Acrescente uma linha no Registo de Ausências e o Resumo muda. Não há extras complicados que um utilizador normal de folhas de cálculo não consiga acompanhar, ou seja, nada de macros, scripts nem suplementos (também não temos bem a certeza do que essas coisas fazem!?).

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Células amarelas são entradas. Células azuis são fórmulas.

Se uma célula está amarela, pode mexer-lhe. Se está azul, deixe-a em paz, ela calcula o resultado por si. Isto repete-se no ficheiro inteiro, para ninguém desmontar as fórmulas sem querer e ir tudo abaixo!

A alternativa sem folha de cálculo
Prefere saltar já a configuração da folha?

Se quiser evitar de vez as folhas de cálculo, os conflitos de versões e as fórmulas partidas, comece simplesmente o teste gratuito do Book Time Off. Não é preciso cartão e em 5 minutos está tudo a funcionar.

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Configuração em 5 passos

Conte com 10 minutos para uma equipa pequena. Cinco para os passos abaixo, cinco para introduzir as pessoas.

1

Defina o ano de férias

Na folha 1. Configuração, escreva a data de início do ano de férias. O fim calcula-se sozinho (12 meses depois, menos um dia). Em Portugal isto é fácil: o Código do Trabalho funciona ao ano civil e o direito vence-se a 1 de janeiro, por isso deixe ficar o 1 de janeiro. Explicamos mais abaixo porque é má ideia tentar aqui alguma coisa criativa.

1. Configuração
C9 01/01/2026
A
B
C
8
Ano de férias
9
Início do ano de férias
01/01/2026
Em Portugal, fique com 1 de janeiro (ano civil).
10
Fim do ano de férias
31/12/2026
Calculado automaticamente.

A folha Configuração · secção do ano de férias, com a célula de entrada destacada.

2

Confira os feriados e acrescente os da sua terra

Agora a especialidade portuguesa: há 13 feriados nacionais obrigatórios, e depois há os outros. A Terça-feira de Carnaval e o feriado municipal não fazem parte dos 13: valem apenas onde o contrato, o instrumento coletivo ou a prática da empresa os der, e o feriado municipal muda de concelho para concelho, por isso os calendários são genuinamente diferentes de terra para terra. Os 13 de 2026 e 2027 já estão carregados na folha Feriados, e por baixo há linhas amarelas identificadas para acrescentar o Carnaval e o feriado municipal, se a sua empresa os der. Tudo entra automaticamente em todas as fórmulas do ficheiro.

1. Configuração
A
B
C
12
Feriados
13
Lista de feriados
Portugal (lista nacional)
13 feriados obrigatórios carregados; Carnaval e feriado municipal nas linhas amarelas.
✓
Equipa em vários concelhos?

Se metade das pessoas trabalha em Lisboa e a outra metade no Porto, o feriado municipal é diferente para cada uma (Santo António a 13 de junho num lado, São João a 24 de junho no outro). Numa folha de cálculo, o caminho mais simples é carregar a lista do concelho onde trabalha a maioria e corrigir à mão as contagens dos restantes. Ou então manter dois ficheiros, um por localização.

3

Defina o direito a férias por defeito

O valor pré-preenchido é 22 dias úteis, o mínimo do Código do Trabalho (art. 238.º), sem contar os feriados, que vêm sempre por fora. Muitas empresas ficam pelos 22; algumas dão 23 ou 25 por contrato ou por convenção coletiva, por isso ajuste à vontade. Na folha seguinte pode substituir o valor pessoa a pessoa. (Já agora: os famosos dias extra «da majoração» acabaram em 2012; contamos essa história mais abaixo.)

1. Configuração
A
B
C
15
Direito por defeito
16
Férias anuais por defeito (dias)
22
Mínimo do Código do Trabalho, em dias úteis. Os feriados contam à parte.
17
Semana de trabalho habitual (dias)
5
Para o cálculo proporcional.
18
Os feriados contam como dias de férias?
Não ▾
Com «Não», ficam de fora da contagem automaticamente.
4

Introduza a sua equipa

Passe à folha 2. Colaboradores. Cada pessoa tem uma linha. As colunas amarelas são para preencher: nome, data de admissão, data de saída (se houver), dias por semana, férias anuais e o eventual transporte do ano anterior. As colunas à direita calculam-se sozinhas.

2. Colaboradores
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
4
Nome
Admissão
Saída
D/S
Férias
Transp.
Direito
Goz.
Marc.
Saldo
5
Mariana Costa
14/03/2022
5
24
2
26,0
14,0
4,0
8,0
6
Pedro Fernandes
01/06/2024
5
22
0
22,0
4,0
0
18,0
7
Elena Rodrigues
15/02/2026
5
22
0
19,3
5,0
0
14,3
8
Tiago Pereira
09/08/2021
3
13
1
14,0
5,0
0
9,0
9
Emma Santos
06/01/2020
30/09/2026
5
22
0
16,5
10,0
0
6,5

A Elena entrou em fevereiro, por isso o direito dela (19,3) está reduzido proporcionalmente; no primeiro ano de contrato a lei tem ainda uma regra própria, contada mais abaixo. A Emma sai no fim de setembro, e o dela (16,5) também encolheu.

5

Registe a primeira ausência

Passe à folha 3. Registo de Ausências. Escolha a pessoa na lista pendente, escolha o tipo, escreva as datas de início e de fim e defina o estado. A coluna Dias conta os dias úteis de ausência (segunda a sexta) sem os feriados da sua lista.

3. Registo de Ausências
E5 =NETWORKDAYS($C5,$D5,Feriados)
A
B
C
D
E
F
G
4
Colaborador
Tipo
Início
Fim
Dias
Estado
Notas
5
Mariana Costa ▾
Férias
07/04/2026
10/04/2026
4
Aprovado
Férias da Páscoa
6
Mariana Costa
Férias
13/07/2026
24/07/2026
10
Aprovado
Férias de verão · 2 semanas
8
Pedro Fernandes
Baixa
09/03/2026
11/03/2026
3
Aprovado
Gripe
10
Mariana Costa
Férias
21/12/2026
24/12/2026
4
Pendente
Pedido para o Natal

A coluna Dias na linha 5 dá 4 · terça a sexta a seguir ao fim de semana de Páscoa. Em Portugal a Segunda-feira de Páscoa é um dia normal de trabalho: os feriados nacionais da Páscoa são a Sexta-feira Santa (3 de abril) e o Domingo de Páscoa. E se uma marcação atravessar um feriado, por exemplo o Corpo de Deus a 4 de junho, ele fica automaticamente de fora da conta.

✓
Um truque prático

A baixa, os dias sem vencimento e o tipo «Outro» não descontam nas férias. Só os registos do tipo Férias contam para o Resumo. Pode portanto registar tudo na mesma lista.

Abrir no Google Sheets

É o mesmo ficheiro e demora dois minutos.

  1. Guarde o ficheiro .xlsx no computador.
  2. Vá a drive.google.com e carregue o ficheiro (ou arraste-o para uma pasta).
  3. Clique com o botão direito no ficheiro carregado → Abrir com → Google Sheets.
  4. O Google Sheets converte o ficheiro. As fórmulas, as listas pendentes e a formatação condicional vêm todas atrás.

A partir daí o ficheiro vive no Drive e partilha-o com a equipa como qualquer outra folha. As cores mantêm-se. As listas mantêm-se. A fórmula dos feriados mantém-se.

!
Um senão nas partilhas

O Google Sheets tem o mesmo limite de fundo do Excel: quem pode editar, pode editar tudo. Não existe um modo «cada pessoa só vê as suas férias» linha a linha. Se isso lhe importa, vale a pena espreitar um sistema de gestão de férias online como o Book Time Off.

Os casos complicados

A regra dos 22 dias úteis

O mínimo legal em Portugal é de 22 dias úteis de férias por ano (art. 238.º do Código do Trabalho). Dias úteis são de segunda a sexta, sem contar os feriados (n.º 2 do mesmo artigo), exatamente o que a fórmula da folha conta. E o direito é irrenunciável: não pode ser trocado por dinheiro enquanto o contrato durar, só na cessação (arts. 237.º e 245.º).

Mínimo legal de férias
ferias_minimas = 22 dias_uteis
// art. 238.º: dias úteis = seg a sex, sem contar os feriados

E os dias extra de que talvez se lembre? A «majoração» de até 3 dias por assiduidade foi revogada em 2012 (Lei 23/2012), por isso o mínimo atual é mesmo 22. Uma reforma laboral de 2025-26 propôs repor até 25 dias, mas em meados de 2026 ainda não é lei; se um dia passar, muda a célula e pronto.

Tempo parcial

O Código do Trabalho não traz uma tabela própria para quem trabalha menos dias por semana; a prática corrente é aplicar a proporção.

Exemplo de cálculo

Tiago: 3 dias por semana (seg, ter, qua)

O Tiago trabalha 3 dias por semana.

Mínimo proporcional:
22 × 3/5 = 13,2 dias úteis
O contrato dele dá:
13 dias (o valor arredondado que acordaram)
Escrever na folha:
13 dias

Ponha as Férias anuais do Tiago em 13. A coluna Dias no Registo de Ausências só conta, de qualquer forma, os dias úteis que ele realmente goza.

Admissões a meio do ano: o primeiro ano é especial

Aqui mora a maior armadilha dos mapas de férias portugueses. No ano da contratação, a pessoa não tem logo os 22 dias: vence 2 dias úteis por cada mês completo de contrato, até ao máximo de 20, e só os pode gozar depois de 6 meses completos de execução do contrato (art. 239.º). Um mapa que dê 22 a torto e a direito está a dar dias a mais a quem acabou de entrar.

Exemplo de cálculo

Elena: admitida a 15 de fevereiro de 2026

A Elena entra a 15 de fevereiro. A regra do primeiro ano funciona assim:

Meses completos de contrato em 2026:
março a dezembro = 10 meses
2 dias úteis por mês:
10 × 2 = 20 dias
Limite do primeiro ano:
20 dias (o máximo já cá está)
Pode começar a gozá-los:
a partir de meados de agosto (6 meses completos)

Pequena honestidade à margem: a folha usa o método mais simples da proporção por datas, que dá 19,3 (22 × 320/365), ligeiramente abaixo dos 20 legais, e não impede marcações antes dos 6 meses. Quem quiser o valor exato do art. 239.º substitui o número à mão; para acompanhar a equipa no dia a dia, a aproximação chega bem. Repare que a primeira marcação da Elena na folha começa a 17 de agosto, já depois dos 6 meses.

Saídas a meio do ano

A mesma fórmula ao contrário. A proporção mede o tempo em que a pessoa está na empresa dentro do ano de férias, não o ano inteiro.

Exemplo de cálculo

Emma: sai a 30 de setembro de 2026

A Emma está na casa desde 2020 e sai a 30 de setembro. As férias anuais dela são 22 dias.

Dias de contrato neste ano de férias:
01/01/2026 → 30/09/2026 = 273 dias
Proporção:
273 / 365 = 0,748
Direito deste ano:
22 × 0,748 ≈ 16,5 dias

Os dias de férias vencidos e não gozados têm de ser pagos com a saída, juntamente com o subsídio correspondente (art. 245.º do Código do Trabalho). Na prática, confirme as contas finais com quem lhe trata do processamento salarial.

Transporte para o ano seguinte

A regra base: as férias gozam-se no ano civil em que se vencem. Mas o próprio Código prevê a válvula de escape: podem ser gozadas até 30 de abril do ano seguinte, por acordo entre as partes (art. 240.º), e por acordo pode ainda acumular-se até metade das férias de um ano com as férias do ano seguinte. Um mapa que corte tudo a 31 de dezembro está, portanto, a cortar cedo demais.

A folha tem uma coluna Transporte do ano anterior que simplesmente soma esses dias ao direito do ano, para quem já estava na empresa no início do ano. Lembre-se só de a limpar depois de 30 de abril, se os dias entretanto não forem gozados.

O subsídio de férias (dinheiro, não dias)

Uma confusão clássica que vale a pena desfazer de vez.

!
Subsídio de férias não é o mesmo que dias de férias

O subsídio de férias, o tal «14.º mês», normalmente pago antes do gozo das férias, é dinheiro: uma prestação de valor igual à retribuição de férias (art. 264.º). Não acrescenta um único dia aos 22. Este mapa conta dias; o subsídio pertence ao processamento salarial. Mantenha as duas coisas separadas e poupa discussões em agosto.

Feriados

A folha Feriados traz os 13 feriados nacionais obrigatórios de 2026 e 2027, do Ano Novo ao Natal. Os obrigatórios estão fixados no próprio Código do Trabalho (art. 234.º); o Carnaval e o feriado municipal são facultativos (art. 235.º) e por isso vivem nas linhas amarelas, para acrescentar só se a sua empresa os der.

Em concreto, para 2026:

Se um registo atravessar um feriado, o feriado não é contado. Marque segunda a sexta na semana do Corpo de Deus (1 a 5 de junho de 2026) e a folha devolve 4, não 5, porque a quinta-feira não desconta nas férias.

Os pormenores, resolvidos
Prefere despachar os feriados de uma vez por todas?

É exatamente para isto que serve a mudança para um sistema de gestão de férias online. O Book Time Off traz os feriados já carregados e não os desconta a ninguém, conta os dias gozados e o saldo a cada aprovação e vigia o limite de transporte com a respetiva data-limite. Sem fórmulas para manter.

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O que os novos empregadores e as equipas pequenas devem ter em conta

Se é a primeira vez que tem de registar férias a sério: uma folha de cálculo serve perfeitamente para começar. Eis as coisas que lhe poupam uma remodelação daqui a seis meses.

O ano de férias já foi escolhido pelo legislador

Ao contrário do Reino Unido, aqui não há nada para decidir: o direito a férias vence-se a 1 de janeiro de cada ano e reporta-se, em regra, ao trabalho prestado no ano anterior (art. 237.º); a única exceção é o ano da contratação, com a regra própria que vimos acima. O vencimento, o transporte até 30 de abril e as contas de admissão e saída assentam todos no ritmo de janeiro a dezembro. De vez em quando alguém namora a ideia de «cada pessoa ter o seu próprio ano a partir da data de admissão». Tecnicamente dá para imaginar, mas os números legais nunca mais encaixam. Não faça isso a si mesmo!

✓

Ano civil (janeiro a dezembro)

A favor: É o ano da própria lei: o vencimento a 1 de janeiro, o transporte até 30 de abril e as contas de saída encaixam sem conversões. E o Natal fica no fim, os saldos gastam-se antes.

Contra: Uma enxurrada de pedidos em dezembro.

×

Anos individuais pela data de admissão

A favor: Parece justo, cada pessoa tem os seus 12 meses.

Contra: Os prazos e os números legais nunca batem certo com fins de ano individuais. Cada pessoa acaba o ano numa data diferente, os transportes tornam-se impossíveis de vigiar e o controlo vira um pesadelo.

Ponha as regras por escrito

Uma página A4 chega para começar. Deve lá estar o essencial: quantos dias de férias, que o ano é o civil, com que antecedência se pede, o que acontece aos dias por gozar no fim do ano (com o prazo de 30 de abril), como se trata uma baixa durante as férias e quem aprova. O sítio da ACT tem informação de base sobre férias e tempo de trabalho, para não partir do zero.

Nomeie uma pessoa dona do ficheiro

Uma folha com vários administradores transforma-se num pesadelo de cópias contraditórias. Escolha uma pessoa que registe as ausências aprovadas, persiga os pedidos pendentes e vire o ficheiro no fim do ano. Se tiverem de ser várias pessoas, é melhor um sistema de gestão de férias online como o Book Time Off.

Pedidos sempre pelo mesmo canal

Defina um canal para os pedidos de férias (e-mail, uma mensagem no chat da equipa, um formulário) e mantenha-o. Os pedidos atirados ao balcão do café são exatamente os que se perdem. Também aqui: uma ferramenta online como o Book Time Off tem o pedido e a aprovação no mesmo sítio.

Olhe para o Resumo uma vez por trimestre

Dê uma espreitadela trimestral à folha Resumo. Repare em duas coisas:

Planeie a substituição, não só a ausência

O Calendário Anual serve para apanhar colisões cedo. Se três pessoas da mesma equipa querem a última semana de agosto, quer sabê-lo em março, não a 20 de agosto.

O que este mapa faz bem

✓

É grátis e continua grátis

Sem período experimental, sem publicidade a upgrades dentro do ficheiro.

✓

Os feriados estão certos

Os 13 obrigatórios de 2026 e 2027 vêm embutidos; o Carnaval e o feriado municipal acrescenta-os uma vez.

✓

Faz o proporcional sozinho

Admissões e saídas a meio do ano são calculadas por si.

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Funciona em Excel e Google Sheets

Um ficheiro, duas casas. As mesmas fórmulas. As mesmas listas.

✓

As fórmulas são legíveis

Quer saber de onde vem um número? Clique na célula. Não há macros escondidas.

✓

Aguenta equipas pequenas

Feito para até cerca de 30 pessoas. A partir daí perde-se a vista de conjunto.

O que este mapa não consegue fazer

A secção honesta. Qualquer mapa de férias, incluindo o nosso, bate mais cedo ou mais tarde na mesma parede. Saber onde a parede está poupa muita dor.

×

Dois editores ao mesmo tempo dão cabo dele

O Excel só permite edição partilhada limitada; o Sheets é melhor, mas corridas de gravação também lá existem. O ficheiro vira «ganha a última gravação», o que é diferente de um registo fiável.

×

Sem pedidos pelo telemóvel

As pessoas não podem pedir férias a partir do telemóvel como numa app. Têm de escrever a alguém e esperar.

×

Sem circuito de aprovação

«Aprovado» é só uma palavra numa célula. Não há registo de quem aprovou o quê, quando, nem de como o pedido estava antes.

×

As permissões são tudo ou nada

Ou partilha o ficheiro inteiro, ou não partilha. Um «a Mariana vê o saldo dela mas não os dados dos outros» não existe.

×

A viragem do ano é manual

Copiar o ficheiro, mudar o nome, limpar as ausências, passar os transportes, mudar o ano. Fácil de esquecer, fácil de estragar.

×

Sem notificações nem lembretes

Ninguém fica a saber automaticamente que um pedido entrou, foi aprovado ou colide com as férias de uma colega.

×

O direito é uma fotografia

A folha mostra o direito do ano inteiro de uma vez. Não credita 2 dias por mês completo como manda o art. 239.º no primeiro ano de contrato, e isso conta quando alguém sai pouco depois de entrar.

Como saber que chegou a hora do passo seguinte

Não vamos transformar isto num discurso de vendas, mas os limites do registo em folha de cálculo estão à vista. Pela nossa experiência, a partir de umas quatro pessoas na equipa começam a acontecer estas coisas:

Nada a perder
Soa-lhe familiar?

Se se reviu em algum destes pontos e está a pesar o ficheiro gratuito contra uma gestão de férias a sério, experimente simplesmente o Book Time Off de graça. Não é preciso cartão e fica montado em poucos minutos, por isso não há mesmo nada a perder.

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Fontes

O quê Onde
Mínimo de 22 dias úteis, primeiro ano de contrato, transporte e pagamento na cessação (Código do Trabalho, arts. 237.º a 240.º e 245.º) Código do Trabalho consolidado · diariodarepublica.pt · Verificado em julho de 2026
Feriados obrigatórios e facultativos (Código do Trabalho, arts. 234.º e 235.º) diariodarepublica.pt · Verificado em julho de 2026
Informação da ACT sobre férias, feriados e tempo de trabalho act.gov.pt · Verificado em julho de 2026
Escrito pela equipa do Book Time Off. Fazemos software de gestão de férias para pequenas empresas no Reino Unido e por toda a Europa, e construímos este modelo (e este guia) para serem úteis quer experimente o nosso produto quer não. Uma ressalva honesta: isto não é aconselhamento jurídico. O direito das férias em Portugal pode ser mais complicado do que um guia consegue cobrir, sobretudo com horários irregulares, contratos a prazo, trabalho temporário, licença parental ou baixas prolongadas. Se a sua situação for fora do comum, espreite o Código do Trabalho e a informação da ACT, ou fale com quem perceba de direito do trabalho. O modelo é disponibilizado tal como está, sem garantias.

Perguntas frequentes

O mapa de férias é mesmo grátis?
Sim. O ficheiro .xlsx descarrega-se gratuitamente e continua gratuito, sem pedir e-mail, sem período experimental e sem publicidade a upgrades dentro do ficheiro. Pode usá-lo, copiá-lo e adaptá-lo à sua equipa sem restrições.
Funciona no Google Sheets tal como no Excel?
Sim. É um único ficheiro .xlsx que abre diretamente no Microsoft Excel e importa sem problemas para o Google Sheets. As fórmulas, as listas pendentes, o código de cores e o cálculo dos feriados sobrevivem à conversão.
Lida com tempo parcial e admissões a meio do ano?
Sim, com uma nota. O direito é calculado proporcionalmente de forma automática: para tempo parcial escreve os dias de trabalho por semana e as férias anuais, e a contagem só considera os dias úteis realmente gozados. Para admissões a meio do ano a folha usa a proporção por datas, que é uma aproximação da regra portuguesa do primeiro ano (2 dias úteis por mês completo, até 20, gozáveis após 6 meses completos); quem quiser o valor exato do art. 239.º substitui-o à mão.
Os feriados portugueses estão incluídos?
Sim. Os 13 feriados nacionais obrigatórios de 2026 e 2027 já vêm carregados na folha Feriados, e por baixo há linhas amarelas identificadas para acrescentar a Terça-feira de Carnaval e o feriado municipal do seu concelho, se a sua empresa os der. Tudo entra automaticamente em todas as contagens. E quando um feriado calha ao fim de semana não há dia de compensação: em 2026 isso acontece ao 25 de abril e ao 15 de agosto, ambos sábados.
Para quantas pessoas serve o mapa?
Em teoria funciona para qualquer tamanho de equipa, mas serve melhor as pequenas. A certa altura as linhas deixam de se abarcar, dois editores em simultâneo escrevem por cima um do outro e a viragem manual do ano torna-se um castigo. A partir daí, uma ferramenta de gestão de férias a sério costuma poupar mais tempo do que custa.
Quando devemos trocar o mapa por um sistema de gestão de férias?
Os sinais típicos: um mal-entendido do género «pensei que isto estava aprovado», alterações que desaparecem quando duas pessoas gravam ao mesmo tempo, mais de 15 a 20 pessoas, vários aprovadores sem uma vista comum, ou uma viragem de ano que demorou meia tarde e mesmo assim trouxe erros. O Book Time Off mantém o registo sozinho, as pessoas pedem a partir de qualquer dispositivo, o saldo conta-se por si e os feriados vêm incluídos, por 1 € por utilizador e mês.

Quando a folha começa a ranger

O Book Time Off é gestão de férias para equipas portuguesas que já não cabem na folha de cálculo mas não querem complexidade de multinacional. Aprovação num clique, pedidos a partir de qualquer dispositivo, saldo automático e os feriados incluídos.

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Calendário da equipa julho de 2026
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Ter
Qua
Qui
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Dom
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